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Empresa chinesa assume oficialmente fábrica de fibra de vidro em Capivari


Fernando Furlan, presidente do CADE. Criação de um monopólio no setor, levaria à redução da oferta de fibras de vidro e aumentos nos preços.

Empresa chinesa assume oficialmente

fábrica de fibra de vidro em Capivari 

Evento de apresentação marca a entrada dos chineses no ramo de fibras de vidro no Brasil 

A primeira aquisição chinesa de um fabricante de fibra de vidro no exterior será o foco da solenidade, nesta quarta-feira (13), a partir das 9 horas, em Capivari - interior de São Paulo, quando a empresa Chongqing Polycomp International Corporation (CPIC) receberá convidados, imprensa, diretores e fornecedores.

O roteiro da apresentação conta com visita às instalações da fábrica, exibição de vídeo institucional e manifestações da gerente geral Adriana Nobre Rubo e do vice-gerente geral para a América do Sul da CPIC Brasil, Zhou Bin. Ambos comentarão este novo momento da empresa, adquirida em maio pela CPIC, após negociação que envolveu a cifra de US$ 60 milhões e teve aprovação das autoridades regulatórias.

Instalada em um terreno de 200 mil metros quadrados, com 24 mil m2 de área construída, a CPIC Brasil Fibras de Vidro Ltda. - nome oficial da empresa após as negociações - fica na cidade de Capivari, interior do estado de São Paulo. Com 280 funcionários, é um dos principais fabricantes de reforços de fibra de vidro no Brasil, respondendo por 40% da produção do mercado interno e América Latina.

A empresa chinesa Chongqing Polycomp International Corporation (CPIC) está entre as maiores fabricantes de fibra de vidro do mundo.  Operando desde 1991, produz 540 mil toneladas por ano, com patrimônio de US$ 1,14 bilhão. É uma "joint venture" formada pelo grupo chinês Yuntianhua, pelo árabe Amiantit e pelo fundo Carlyle.

alta resistência à tração, flexão e impacto, sendo muito empregada em aplicações estruturais. É leve e não conduz corrente elétrica, sendo utilizada também como isolante estrutural. Permite ampla flexibilidade, possibilitando a moldagem de peças complexas, grandes ou pequenas, sem emendas, com grande valor funcional e estético. “Trabalhamos com produtos comercializados globalmente. Para atender esse mercado, nosso parque fabril conta com recursos tecnológicos de última geração, o que permite uma produção com alto padrão de qualidade”, afirma Baldocchi.

A gerente geral Adriana Nobre Rubo reforça a opinião do vice-gerente, lembrando a colaboração dos funcionários. “Passamos por vários momentos e nos adaptamos com excelência. Em todas as fases, o esforço do nosso quadro funcional foi fundamental. E assim será neste novo momento”, afirma com convicção a gerente geral.

Outro ponto lembrado pela executiva é a crescente demanda mundial. “O Brasil vive um momento de aquecimento econômico nunca antes registrado em sua história. Tenho certeza de que a experiência chinesa aliada à dedicação do povo brasileiro comporão uma importante fórmula de sucesso”, completa Adriana Rubo, citando a capacidade de produção da empresa: 40 mil toneladas/ano, distribuídas nas linhas de rovings, fibras picadas e mantas.

A fibra de vidro é produzida basicamente a partir da aglomeração de finíssimos filamentos de vidro e quando unida com a resina de poliéster (ou outros tipos de resinas) compõe o material compósito.

Com a aquisição, a CPIC continuará a atuar diretamente no mercado nacional e internacional de reforços de fibra de vidro com produção, comercialização, prestação de suporte técnico e estímulo a novas aplicações do produto. 

RESGATE HISTÓRICO

1992
Ano de fundação da empresa - na época de propriedade da Cia Vidraria Santa Marina - Divisão Vetrotex, comandada pelo grupo francês Saint-Gobain.  
 
2008 Venda para a companhia americana Owens Corning. A empresa passa a se chamar OCV Capivari Fibras de Vidro
2011

(fev.)

Owens Corning é obrigada, pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica do Ministério da Justiça), a vender a fábrica de Capivari. Em 2008, o órgão antitruste vetou a compra da Divisão Vetrotex pertencente a Saint-Gobain pela Owens. Com o veto, a companhia teve de se desfazer da fábrica de Capivari e ficar apenas com a de fibras de Rio Claro (SP).  A Owens Corning tornou-se a primeira empresa a cumprir integralmente um veto do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
2011

(maio)

Cade aprova a venda da fábrica de fibras de vidro da empresa norte-americana Owens Corning (OC) para a chinesa Chongquing Polycomp Internacional Corporation (CPIC).
2011

(julho)

Cerimônia de apresentação da CPIC Brasil Fibras de Vidro Ltda (13/07/2011).
 
 

Mais Informações:

Engenho da Notícia

Assessoria de Imprensa CPIC Brasil Fibras de Vidro Ltda.

contato@engenhodanoticia.com.br  

(19) 3302-0100

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